
Que cabeça a minha pensar isso. quem sabe um nome mais leve, um catálago mais variado.
Pense na possibilidade de poder estar flutuando.
Penso que flutuar é se libertar, é ser mais feliz mesmo. Como sempre leio em meu espelho todos os dias: QUERO A DELICIA DE PODER SENTIR AS COISAS MAIS SIMPLES.
Cada um com suas manias, suas perdas, suas liberdades.
Quando eu flutuo eu vejo tudo menor, num desmemoriado esforço eu me entrego.
Tem vezes que vejo pessoas andando na rua, e muitas delas flutuam. Flutuam dentro de suas mentes, com todos os seus sentidos desligados, as pernas em sincronia com os braços que carregam das mais variedades e das mais rotineiras bagagens urbanas. E flutuando, elas se interligam em um mesmo nível. É uma questão de 4 cm do chão, coisa pequena. Sempre que me distraio, me flutuo, uma respiração completa, repleta de serenidade.
Talvez minhas flutuações ultimamente tenham caído pro lado da loucura, da insanidade, ao contrário da serenidade que me dosava antigamente, eu ando flutuado por baixo.
Por de baixo dos tapetes dos museus da cidade, eu flutuo assim, na perigrinação.
Mas que cabeça a minha, essa que flutua nas duzentas dimensões que sinto num raio de uns...4cm...1 quarto de sintonia...100 sanidades e elogios...resultando numa distração.
Preciso voltar ao trabalho, essas distrações financeiras que nos alimentam de frustações, flutuações, inflações....
Pense na possibilidade de poder estar flutuando.
Penso que flutuar é se libertar, é ser mais feliz mesmo. Como sempre leio em meu espelho todos os dias: QUERO A DELICIA DE PODER SENTIR AS COISAS MAIS SIMPLES.
Cada um com suas manias, suas perdas, suas liberdades.
Quando eu flutuo eu vejo tudo menor, num desmemoriado esforço eu me entrego.
Tem vezes que vejo pessoas andando na rua, e muitas delas flutuam. Flutuam dentro de suas mentes, com todos os seus sentidos desligados, as pernas em sincronia com os braços que carregam das mais variedades e das mais rotineiras bagagens urbanas. E flutuando, elas se interligam em um mesmo nível. É uma questão de 4 cm do chão, coisa pequena. Sempre que me distraio, me flutuo, uma respiração completa, repleta de serenidade.
Talvez minhas flutuações ultimamente tenham caído pro lado da loucura, da insanidade, ao contrário da serenidade que me dosava antigamente, eu ando flutuado por baixo.
Por de baixo dos tapetes dos museus da cidade, eu flutuo assim, na perigrinação.
Mas que cabeça a minha, essa que flutua nas duzentas dimensões que sinto num raio de uns...4cm...1 quarto de sintonia...100 sanidades e elogios...resultando numa distração.
Preciso voltar ao trabalho, essas distrações financeiras que nos alimentam de frustações, flutuações, inflações....
parabéns machado, o machado literário esta melhorando a passos largos, passos que flutuam em nossa imaginação um tanto avariada pelos dias de hoje, dias como os de hoje... escreva e nos dê o que há de melhor em ti!!!
ResponderExcluirEu sou o caído.
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