A porta da geladeira já não fecha mais...

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Versos Simples

Poema para todos. Para os simples, para os complicados.




Se escrevo é porque desejo
Se anseio é porque temo
Se te faço um poema
É porque quero que me veja

A métrica do nosso amor é A
Divindo versos e estrofes à la B
Não me canso de dizer e lembrar
Que meu eu lírico escreve pra você

Poema simples, Poema pobre
De um sentimento comum,
que carrego para um coração de uma nobre


LUAN MACHADO

TE Paro, Estátua!

Parei pra tirar a foto. Parei pra escrever esse poema.


Pare de Pensar
Mas só não pare de me beijar
Se paro para te olhar
Tudo pára, só não pára meu coração de pulsar

Parando e reparando
Preparando e Precisando
Me pare de parir
Essa parada que me faz sorrir

PARE!
PERA!
Parei o tempo para nós
Pra ficarmos finalmente á sós

Não consigo parar de escrever
Se um dia eu parar pra pensar
É sinal que parei de viver-


LUAN MACHADO

O Teu Som

Foto tirada na Igreja da Praça em Cornélio Procópio [PR]. Poema escrito na aula de música.



Que som é esse?
Que ouço pelo sutil timbre da sua voz
Que só pelo silencio seu, ja me basta

O quebrar de meus copos é viagem
Acordes, Tua Forma, Notas, me seduz pela nota
Aquele sopro em minha nuca
Te ouço, te vejo, te escuto, te desejo

Deus do Trovão já nao me intima mais
O barulho de seus seios me ensurdece
É tão intenso que me perco se gritasse

Tuas notas, teu timbre
Que assim seja,
A canção da Alma.


LUAN MACHADO

Cínica, Vilã, minha Nsa Senhora de Medéia

Foto do espetáculo Medéia. Poema criado como prece antes das apresentações.



Cadeiras de rodas me rodeando
A doença que se instala
Meu coração dispara
Palmas continuam me matando

Medéia, Medéia
Te fiz uma oração pra que não acabasse
Presta atenção: Jasão é mandão!
Não me venhas com sinal que acabaste

Paro por aqui
Sua ira nos consome
Mas lembre de uma coisa:
Pra sempre lembrarei seu nome



LUAN MACHADO

DIA DE DOMINGO

Foto tirada dos fundos do Paço da Liberdade em Curitiba. Poema escrito na frente do Paço.



É dia de pipocas para as pombas
De velhinhos olhando aquelas pompas
A correria do dia-dia, é outro dia..
Hoje é dia de Domingo

Dados que dizem: Domingo é pra se matar
Mas que maldade, um dia tão preguiçoso....
O tempo insiste em se esticar
Hoje ainda é Domingo

Domingo nos parques, Domingo na Vó
Um dia de respiro, por mérito, por dó
Ah, se o ritmo de Domingo pegasse..
O mundo conspiraria em uma nota só

Domingos, Domingos....



LUAN MACHADO

Homenagem a Baco, Deus do Teatro

Poema escrito no MON, num dia de domingo. A foto de uma aula de maquiagem um tanto interessante..


Baco, te bato, porque te amo
Que arte é essa tão gostosa?
De seu vinho roubo sua arte

Que alivio, meu Dionísio
Ouço os gritos da platéia te venerando
Das noites de estréia
É a energia canalizando

Dionísio do meu Baco, Deus do Teatro
Sem sua arte
O que seria de nós, slavianos desse ato?


LUAN MACHADO

Tempo, tempo..

Vai aí um poema que fiz ontem no MON. Essa foto tirei ao lado do Shooping Mueller, em um dia chuvoso indo pra aula. Típico poema e foto curitibana.


E esse tempo hein?
Esse tempo que já tá passando
O tempo que leva, me leva
Há quanto tempo saio sol?

Se meu tempo acabar, já digo
"Já foi-se os tempos de inimigo"
Quero o tempo como amigo
Você tem tempo pra um abrigo?

-O tempo lá fora está mudando
Mas que tempo é esse me amando?
Talvez meu tempo esteja acabando
Mas ainda tenho tempo de dizer:
"Morro te amando"



LUAN MACHADO

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