A porta da geladeira já não fecha mais...

domingo, 11 de setembro de 2011

Um CATATAU de Palavras

Rabisco chuvisco uma mosca no porão come laranja. No luar da noiva seu manto derrama gotas verdes de musgo. Hortaliças, mandou bem, jogou fora, desistiu, refez sua vida a partir do momento que fingiu ser mãe. Gargalhadas dentro da bacia faz bolhas poeticas de flores invisiveis. Chega, franja, mundaréu de fumo.

Prédio construído na porta da fornalha. Apocalipse. Chuva grossa sinal de grandes mares. Joanas meticulosamente ficam estiradas no sol. Borboletas de mel geam meu coração. O preto no veermelho, abundancia, engrena, no momento certo, Tocantins ferve. Ligeiros pássaros no caminhar das ovelhas. Opressão. Pressão. Presssságio. Sobras e restos de Barbies. Aponte meu dedo, ponte.

Freezers de papéis, pontas, prontas, pintos, fracassos, chega de tentar. Longe é o lugar que aqui ferve. Ferve mais uma vez? Cadê meus sapatos? Já foi dito isso na outra peça. Que peça? Peça de encaixar.


- Ou dá ou não dá.

- Brincadeira da sua parte poder fazer coisas amarelas dentro da cabeça.

- Cabeção!

Horas interminaveis chegaram. Chegou bem. Mandou bem meu bem. Os lados servem como base pra abrir os olhos nesse dia mais verdade que meu verde sonho. Pode ser tão verde?
Jóias de 40 brilham no forno de Zeus.
Perdido é meu chapéu que fugiu das bolhas de preocupação.
Largo menino. Animal, porco de lanterna. Bis!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Poema de quando um dia fui criança


Pintei um pinto
Um pinto um pouco um
Um ponto perto da pedra
Que pedra pequena
De tão pequena, me pegou
Pintei a pedra poderosa
Poder que partiu

Pobre do pintinho
De pequeno pra ponto
De ponto à parte

Partido, que pedra podre
O pintinho padeceu sobre a pedra
e que pedra...

Quem sou eu

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(um dedo verde no escuro)

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