Prédio construído na porta da fornalha. Apocalipse. Chuva grossa sinal de grandes mares. Joanas meticulosamente ficam estiradas no sol. Borboletas de mel geam meu coração. O preto no veermelho, abundancia, engrena, no momento certo, Tocantins ferve. Ligeiros pássaros no caminhar das ovelhas. Opressão. Pressão. Presssságio. Sobras e restos de Barbies. Aponte meu dedo, ponte.
Freezers de papéis, pontas, prontas, pintos, fracassos, chega de tentar. Longe é o lugar que aqui ferve. Ferve mais uma vez? Cadê meus sapatos? Já foi dito isso na outra peça. Que peça? Peça de encaixar.
- Ou dá ou não dá.
- Brincadeira da sua parte poder fazer coisas amarelas dentro da cabeça.
- Cabeção!
Horas interminaveis chegaram. Chegou bem. Mandou bem meu bem. Os lados servem como base pra abrir os olhos nesse dia mais verdade que meu verde sonho. Pode ser tão verde?
Jóias de 40 brilham no forno de Zeus.
Perdido é meu chapéu que fugiu das bolhas de preocupação.
Largo menino. Animal, porco de lanterna. Bis!