De galho em galho,num pulo despreventivo
Mulheres nuas em chafarizes nas praças da cidades
Palhaços flutuando em seus balões nos terraços dos prédios
De galho em galho no ríspido soltar dos pés
Nas profundezas de um mar de bolhas
Sereias recebem seus anões, anfitriões, campeões
Piranhas gargalham entre as bolhas
Nas profundezas da solidão coletiva...
Vaga-lumes cegam meus papeis
Guarda-roupas me trancam no quarto
...e a festa rola solta no país dos Andrades!
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